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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Case modding dá uma nova cara ao bom e velho PC

Trasformar seu computador em uma pequena peça de arte pode parecer uma idéia distante para muita gente, mas não para um case modder. Na Campus Party, os cases – ou máquinas que tem a estrutura de seu CPU modificada tanto na parte externa quanto interna – atraem a atenção de campuseiros, visitantes, jornalistas ou de qualquer um que passe por elas.

Algumas máquinas se assemelham ao rosto de um dragão; outras, vêm com paisagem de floresta, com árvores e animais pintados. Tem até uma com a imagem de Darth Vader, que emite sons de respiração que, na verdade, fazem parte do sistema de ventilação do computador. Entenda melhor porque o case modding atrai cada vez mais adébitos e chama tanta atenção na feira.

Do PC da filha a prêmios internacionais

Alexandre Nuccini, conhecido como Darth, é uma das pessoas mais indicadas para explicar esse fenômeno no Brasil. Coordenador da área de modding para a Campus Party, ele também é responsável pelo site CaseModBR – o maior fórum de discussão sobre o assunto da América Latina, totalmente gratuito. Nessa página, os participantes inscritos podem trocar artigos, tutoriais e informações sobre quais são as melhores formas de alterar o visual de seu computador e dinamizar o funcionamento do aparelho.

“União, colaboração e criatividade. Esses são os fatores que motivam a comunidade de case modders no Brasil”, diz Nuccini. Ele explica que começou a se interessar pelo assunto há dez anos, quando pintou um computador de rosa e colocou a cara de um personagem de desenho animado em uma CPU velha em casa para agradar à sua filha.

“Com R$ 100 você pode mudar muito a sua máquina, sem ter de fazer grandes esforços. Já com uma quantia em torno de R$ 1 mil, você pode utilizar materiais e peças sofisticadas, com um resultado muito legal”, garante Nuccini.

Dentro da CampusParty, ele ressalta a atenção que essas máquinas recebem e também a união dos modders do Brasil. “Hoje, nós somos 98 modders na feira. Essa comunidade é muito maior do que a média de outros eventos do tipo e até da versão espanhola da Campus Party. Já nos conhecíamos de eventos da área ou de concursos pelo País, mas essa foi a primeira vez que deu para reunir um número tão grande de participantes”.

Nuccini também ressaltou a força que os brasileiros conquistaram no exterior: nos últimos três campeonatos mundiais de case modding, o País ficou com os primeiros lugares em dois deles (em 2006 e 2007).

Beleza e funcionalidade

Foi o interesse em dar uma nova cara ao PC que trouxe William Gibk de Porto Alegre a São Paulo. “O legal em case modding é o desafio de atrelar estética e performance. Não adianta ter uma máquina linda que tem um desempenho ruim, nem uma máquina ótima que é horrível. Quem procura fazer isso é porque tem uma máquina diferente”, diz o estudante de análise e desenvolvimento.

Gibk conta que visitou uma feira em que viu os primeiros computadores modificados. Depois disso, começou a buscar fóruns de discussão do assunto e sua primeira tentativa de fazer modding foi fazer uma janela de acrílico em sua CPU. A segunda já foi bem mais ambiciosa: Ele foi a um ferro-velho, comprou um gabinete antigo que pintou de amarelo e o transformou em um computador pessoal.

Já a máquina de Hermann Maier, campuseiro que veio de Jandira, na grande São Paulo, recebeu apelidos como “casa de cupim, vitrola e escrivaninha”, por ser toda revestida em madeira. Ele relata que sua primeira tentativa ficou muito ruim, porque nunca tinha feito nada do tipo. “Fui conversando com o pessoal que entende, me interessei pelo assunto e agora consegui encontrar aqui na feira muita gente que só conhecia por fóruns virtuais”, diz. Seu projeto ficou pronto em três meses, e foi feito especialmente desenvolvido para o evento.

Desafio para um modder de sucesso

A Intel, em parceria com a CCE, promoveu um concurso de case modding para a Campus Party. Erich Beall foi o que apresentou o projeto mais interessante, baseado em formas geométricas com ângulos de 45 e 60 graus e todo revestido em material de acrílico - nas cores preto-piano e azul neon. O maior diferencial de sua máquina é que a CPU pode ter sua estrutura totalmente aberta na vertical.

“Esse é meu 12º case desde 2003. Comecei com a idéia de unir funcionalidade e estética. Minha primeira tentativa foi colocar uma alça em uma CPU, depois, me interessei cada vez mais pelo assunto”, diz.

O webdesigner também já ganhou um prêmio de uma revista especializada em informática e tem até domingo para terminar de montar sua máquina, que será toda construída durante a Campus Party no stand das empresas patrocinadoras.

Filipe Pacheco - WNews

sexta-feira, 8 de setembro de 2006

What is Design?

I was recently thinking about this question - mainly for other reasons than what I am raising here. But, I remembered that it was first posed to my fellow design students and me during our second day at the School of Design.

We had a lecture series that was a presented by our professors that addressed fundamental design principles and Prof. Michael Pause, I believe, presented the first lecture. I say it was a lecture, but it was quite participatory which was the way Michael ran his classes. He was always asking questions. Of course his goal was to make us think. This was no exception.

After introducing himself, he immediately hit us with the question, ?What is design?? The obvious answers came first, communication, stylization, surface, expression, arrangement, organization, a poster, a package, a building etc.

That?s when it started to turn. Michael had a stick in his hand and we were the hornet?s nest. He asked, ?So if Design is these things, then is music Design? Is arranging notes in a matter that creates melody Design? Is scooping an ice cream cone Design? Is placing vanilla, on chocolate, on strawberry, Design?? Our collective reaction was. ?Um, yeah.? He continued. ?You are here to become designers. You?re saying you can be a designer scooping ice cream?? His question was not one of class or prestige, but one of fundamental reason.

We backed off a bit and began wondering if he was ?right?. Are you a Designer when you scoop ice cream? The more we talked, it became apparent how difficult it was to describe what design is - beyond the artifact.

This was his point. Design was and is defined incorrectly. Typically the artifacts we create, not the process that created the artifact defines Design. He believed that Design was a Process and that while not being self-proclaimed designers, the soda jerk is using some form of Design Process to create a tasty treat for his customer. This illustration was intended to show us that Design - as a process - is valuable to solving a number of design problems. Further, if we approached our design work with a focus on the process rather than the artifact then our artifacts would better solve our clients needs. From this experience, we would also discover that a Design process could benefit solutions for a number of problem solving situations - even outside the sphere of design.

The reason I chose to discuss this is that we seem to be more concerned with the artifact rather than the process though which we or other designers create those artifacts.

So a few questions:

1. What is design? (Think about it.)

2. Can the artifact supplant the process?
Meaning, does the preconceived notion of the end result render the process lame?

2B. Is this necessarily a bad thing?

3. Do you use a process? (I can tell you the answer is, yes.)

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segunda-feira, 6 de setembro de 2004

Origem da palavra design

Redação Negócios Br

A palavra Design é de uso cada vez mais frequente e abarca campos de actividade cada vez mais diversos e amplos como, por exemplo, o recém-nascido "Web design".

Na sua origem está o italiano Disegno proveniente, tal como o nosso Desenho, do latim, que ganhou no Renascimento um significado muito preciso. Desenhar era nessa altura uma actividade muito objectiva e racional que servia para conhecer melhor o Mundo. Lembremo-nos dos desenhos de anatomia de Leonardo da Vinci, considerados pela comunidade científica as primeiras ilustrações de Medicina, da longa viagem empreendida por Dürer para desenhar o hipopótamo do Papa, ou da Perspectiva linear, criada por Brunelleschi nessa época, que permitia a representação, no plano bidimensional, de formas tridimensionais. Esta descoberta científica que permitia, por exemplo, antever de forma rigorosa o interior de uma sala, tal como é observável na Última ceia de Leonardo, veio também possibilitar, pela primeira vez, a elaboração de um projecto.

Um Projecto é um conjunto de elementos gráficos rigorosos que permitem a visualização e entendimento da obra antes da sua concretização. Projecto e Design são indissociáveis.

Os ingleses tinham a palavra Draw, vinda do saxão antigo, para a actividade de desenhar, e estavam, tal como a Itália no Renascimento, na vanguarda, agora, da Revolução Industrial; assim, para significar a atitude racional necessária à industria foram à origem latina para criar o vocábulo Design.

Temos então: pela via italiana, a palavra Desenho de uso mais genérico e, pela via anglo-saxónica, a palavra Design associada a um método de trabalho - a Metodologia Projectual.

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quinta-feira, 20 de maio de 2004

O que é Design?

Design [Inglês]

S. m.
1. Concepção de um projeto ou modelo; planejamento.
2. O produto desse planejamento.
Fonte: Dicioná¡rio Aurélio - Século XXI

Que é Design?

"A natureza do design é ingualmente tão complexa quanto àquela da tecnologia.

Archer escreveu:
"Design é uma área da experiência humana, da destreza e do conhecimento que relacionam com a habilidade humana para moldar seu ambiente e servir a suas necessidades materiais e espirituais."
...
O Design é essencialmente um processo racional, lógico, sequêncial que pretende resolver problemas.
...
O processo começa com a identificação e a análise de um problema ou de uma necessidade e prosegue com uma sequência estruturada em que a informação é pesquisada e as idéias exploradas e avaliadas até que a melhor solução para o problema ou necessidade seja desenvolvida.
...
Deste modo, o design hoje não é mais uma atividade somente para engenheiros e designers, mas é também uma atividade compartilhada entre aqueles que projetam objetos, sistemas e ambientes e aqueles que os fazem e os usam."
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pesquisa em andamento...

Link: http://atschool.eduweb.co.uk/trinity/watdes.html

O que é Interface Visual?

A interface visual é o conjunto de elementos gráficos formadores de uma identidade visual de um conceito, produto ou serviço possibilitando que a comunicação seja feita de forma equilibrada e esteticamente agradável.
O conceito de interface visual vai além da simples aparência gráfica: compreende aspectos estruturais e interativos, os quais, visam facilitar o diálogo entre usuário e máquina.
Convenciona que certas zonas, representadas por ícones, correspondem às funções a serem utilizadas.
As palavras-chave que lhe emprestam sentido são acessibilidade, usabilidade, interatividade, manipulação e virtualidade, responsáveis pelo nível de percepção dos signos visuais e sonoros ou código escrito: quanto mais objetiva for a interface, mais imediata a comunicação se realizará, gerando uma primazia ao produto.
Raramente limita-se a um único menu, sendo constituído geralmente pela soma de diferentes interfaces, dependendo da função e do contexto em que estarão representados.

pesquisa em andamento...